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	<title>Clínica da dor e reabilitação em Porto Alegre &#8211; Medfis</title>
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		<title>Dor Crônica: O que é, como tratar e o papel do médico fisiatra &#124; ABMFR explica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 13:37:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A dor crônica afeta mais de 20 milhões de brasileiros, especialmente pessoas acima dos 50 anos, e pode comprometer a qualidade de vida, o bem-estar e até a produtividade no trabalho. Neste vídeo, o Dr. Carlos Alberto Issa Musse, médico fisiatra e diretor da ABMFR (Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação), explica o que [&#8230;]</p>
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									<p>A dor crônica afeta mais de 20 milhões de brasileiros, especialmente pessoas acima dos 50 anos, e pode comprometer a qualidade de vida, o bem-estar e até a produtividade no trabalho. Neste vídeo, o Dr. Carlos Alberto Issa Musse, médico fisiatra e diretor da ABMFR (Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação), explica o que é dor crônica, quais são suas causas, como ela afeta o corpo e como o tratamento deve ser conduzido de forma individualizada.</p><p>Você vai entender:</p><ul><li>A diferença entre dor aguda e dor crônica</li><li>Os impactos físicos, emocionais e sociais da dor persistente</li><li>O papel do médico fisiatra na avaliação e tratamento</li><li>As principais estratégias terapêuticas para reabilitação</li><li>Por que o foco do tratamento é devolver qualidade de vida e funcionalidade</li></ul>								</div>
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		<title>Dor crônica: tratamentos avançam para melhorar vida do paciente</title>
		<link>https://medfis.com.br/dor-cronica-tratamentos-avancam-para-melhorar-vida-do-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 13:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Postagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terapias alternativas, derivados de morfina e meditações são usadas para reduzir a dor crônicas de pacientes, especialmente os com câncer Rio de Janeiro – A maioria das pessoas que trata doenças graves convive com dor crônica, seja a motivada pela doença ou pelo próprio tratamento ao qual o paciente é submetido. Entre pessoas com tumores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Terapias alternativas, derivados de morfina e meditações são usadas para reduzir a dor crônicas de pacientes, especialmente os com câncer</h4>
<p>Rio de Janeiro – A maioria das pessoas que trata doenças graves convive com dor crônica, seja a motivada pela doença ou pelo próprio tratamento ao qual o paciente é submetido. Entre pessoas com tumores avançados, por exemplo, 90% relatam dores constantes, de moderadas a intensas.</p>
<p>A dor crônica é aquela que persiste no tempo e precisa ser controlada continuamente. Ela não necessariamente é mais intensa que a dor aguda, que pode ser extrema, mas é pontual. A ausência de um horizonte de superação, porém, é que torna a vida com dor crônica insuportável.</p>
<p>Com os avanços nas terapias contra o câncer, cresceu a quantidade de pacientes sobreviventes que tiveram de passar por cirurgias complexas e que viverão por anos com dores constantes.</p>
<p>A medicina tem investido em pesquisa sobre a dor, para entender formas de controlá-la e permitir que os pacientes não apenas sobrevivam, mas tenham qualidade de vida.</p>
<p><strong>“O foco muitas vezes é o tratamento padrão da dor antes de entender suas origens e poder controlá-la especificamente”, aponta a anestesiologista e especialista em dor Natalia Moreti, do Rio de Janeiro, uma das palestrantes do IX Congresso Internacional de Oncologia D’Or, que foi realizado no Rio de Janeiro, entre os dias 12 e 13 de abril.</strong></p>
<p>“É muito comum que o paciente tenha doses padrão de morfina e que os médicos não queiram aumentar por insegurança no escalonamento, ao mesmo tempo que não encaminham os pacientes para especialistas em dor. Convencemos os pacientes de que a dor é normal, mas ela não é”, afrima Moreti.</p>
<h4>Terapias alternativas</h4>
<p>Para responder às dores crônicas, há uma série de possibilidades, tanto de remédios como de terapias alternativas. Entre as terapias alternativas: práticas espiritualizadas, yoga e meditação já foram estudadas e apontaram grande eficácia no controle da dor.</p>
<p>“Implementar terapias não farmacológicas como a musicoterapia nos hospitais, permitir que o paciente durma quando está internado, fazer terapias de relaxamento e massagens localizadas, tudo isso ajuda o paciente a ter autonomia para manejar a própria dor”, enumera a anestesiologista e especialista em dor Julia Brum, do Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>“Não é nossa missão criar a expectativa de dor zero, mas indicar que nem toda dor precisa gerar sofrimento. Quando fazemos exercício, por exemplo, sentimos dor e nos sentimos bem. Se sentir bem melhora drasticamente os níveis de tolerância”, completa Brum.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2298 size-full" src="https://medfis.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Praticas-como-yoga-e-meditacao-ajudam-pacientes-a-lidar-com-a-dor-cronica.jpg" alt="" width="500" height="333" /><br />
<em>Práticas como yoga e meditação ajudam pacientes a lidar com a dor crônica</em></p>
<h4>Remédios para lidar com a dor crônica</h4>
<p>Entre os tratamentos farmacológicos, até substâncias envolvidas tabu como a cannabis e a ketamina têm sido mais consideradas. O foco do tratamento da dor crônica, porém, segue sendo o uso de morfina e de outros opioides. Estas substâncias conseguem reduzir as dores de 19 a cada 20 pacientes, em alguns casos zerando totalmente as manifestações.</p>
<p>Há, porém, uma série de problemas envolvidos no uso. Os pacientes e médicos, muitas vezes, resistem à prescrição. Os pacientes não querem ir para a morfina, a encaram como se fosse um fim de linha no tratamento. Os profissionais, por sua vez, têm medo do potencial de dependência e da perda de eficácia ao longo do tempo.</p>
<p>A anestesiologista Marina Rondinelli, também do Rio de Janeiro, recomenda que os médicos não tenham medo de prescrever opioides e se disponham a aprender com eles. “Na verdade, por medo os médicos prescrevem opioides de doses baixas, como codeína ou tramal, que não ajudam os pacientes e acabam até prejudicando o tratamento. Seguindo as guias internacionais mais recentes, é possível prescrever morfina de forma muito controlada, com várias opções de alternativa, de desmame e que permitem que o paciente viva com qualidade”, conclui.</p>
<p><strong data-start="1605" data-end="1615">Autor:</strong> Bruno Bucis<br data-start="1627" data-end="1630" /><strong data-start="1630" data-end="1640">Fonte:</strong> Metrópoles, 22 de abril de 2024 — <a class="" href="https://www.metropoles.com/saude/dor-cronica-como-tratamentos" target="_new" rel="noopener" data-start="1675" data-end="1760">leia o original aqui</a></p>
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		<title>Dor nas costas: confira mitos e verdades</title>
		<link>https://medfis.com.br/dor-nas-costas-confira-mitos-e-verdades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 20:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Postagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de um cansativo dia de trabalho em frente ao computador, é difícil não sentir nenhum tipo de dor. Uma das mais comuns é a dor nas costas, que são uma resposta do nosso corpo para avisar que há algo errado. Consultar um especialista da área de medicina física e reabilitação, como o médico fisiatra, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um cansativo dia de trabalho em frente ao computador, é difícil não sentir nenhum tipo de dor. Uma das mais comuns é a dor nas costas, que são uma resposta do nosso corpo para avisar que há algo errado. Consultar um especialista da área de medicina física e reabilitação, como o médico fisiatra, é bem importante para identificar a causa do problema.</p>
<p>Por gerar muitas dúvidas, nós selecionamos 5 mitos e verdades que costumam aparecer nas consultas, confira!</p>
<p>1 &#8211; Estar acima do peso aumenta as chances de ter o problema = <strong>VERDADE.</strong><br />
As dores nas costas são muito comuns em pessoas acima do peso, porque o excesso comprime a coluna e aperta os discos invertebrais, tornando-os suscetíveis à degeneração e herniação. Pessoas com a barriga maior acabam forçando a curvatura natural da lombar, gerando uma alteração na postura e favorecendo a hiperlordose.Pessoas muito magras, por sua vez, também podem relatar dor nas costas, já que há ausência de nutrientes e perda da massa óssea, o que causa fraturas.</p>
<p>2 &#8211; A dor nas costas piora na idade =<strong> MENTIRA.</strong><br />
Um estudo conduzido pelo Jornal Chiropractic Manual Therapy concluiu que a dor nas costas é comum em todas as idades e que ela não se agrava devido ao envelhecimento.</p>
<p>3 &#8211; O estresse pode desencadear a dor nas costas = <strong>VERDADE.</strong><br />
Nesses casos, a dor pode se espalhar para outras regiões como o pescoço, porque os hormônios do estresse causam tensões musculares e, com isso, os músculos são tensionados ao ponto de causar dolorosos espasmos no corpo.</p>
<p>4 &#8211; Dormir em colchões duros ou moles demais prejudica a coluna = <strong>VERDADE.</strong><br />
Sim, o colchão influencia e muito! Quando são duros ou fofos demais, podem prejudicar a coluna. O ideal é ter um colchão adequado à sua altura e peso.</p>
<p>5 &#8211; Exercícios físicos podem lesionar a coluna? = <strong>MITO.</strong><br />
Se há dores nas costas depois de se exercitar, é porque a execução está errada. É importante contar com o auxílio de um profissional capacitado, respeitando as limitações. Se o exercício for praticado corretamente, pode tratar a dor crônica e auxiliar na prevenção da dor nas costas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é verdade e mentira quando falamos sobre a dor nas costas?</title>
		<link>https://medfis.com.br/o-que-e-verdade-e-mentira-quando-falamos-sobre-a-dor-nas-costas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 18:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Postagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é normal sentir dores intensas e constantes no corpo, principalmente se for nas costas. As dores nessa região são uma resposta para avisar que algo está errado. Por isso, é fundamental consultar um especialista na área, como o médico fisiatra, pois podem ser necessários exames para indicação do tratamento médico. Muitas dúvidas surgem quando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é normal sentir dores intensas e constantes no corpo, principalmente se for nas costas. As dores nessa região são uma resposta para avisar que algo está errado. Por isso, é fundamental consultar um especialista na área, como o médico fisiatra, pois podem ser necessários exames para indicação do tratamento médico.<br />
Muitas dúvidas surgem quando sentimos esse tipo de dor. Confira, abaixo, os principais mitos e verdades envolvendo esse assunto!</p>
<p><strong>1. O excesso de peso pode desencadear esse problema?</strong></p>
<p><strong>VERDADE.</strong> O excesso de peso comprime a coluna e aperta os discos intervertebrais. Isso os torna dispostos à degeneração e herniação.É comum, então, que pessoas obesas sintam dor nas costas, porque estão forçando a curvatura natural que temos na coluna lombar, o que altera a postura e favorece a hiperlordose.<br />
Porém, pessoas muito magras, que sofrem de distúrbios como anorexia, podem relatar o mesmo problema, devido à falta de nutrientes e perda da massa óssea, favorecendo o surgimento de fraturas.</p>
<p><strong>2. A dor nas costas piora com a idade?</strong></p>
<p><strong>MITO.</strong> Segundo uma pesquisa realizada pelo Jornal Chiropractic Manual Therapy, a dor nas costas é comum em todas as faixas etárias e não se agrava com o envelhecimento.</p>
<p><strong>3. O estresse pode causar dor nas costas?</strong></p>
<p><strong>VERDADE.</strong> O estresse produz hormônios que causam tensões musculares. Os músculos tensionados podem chegar ao ponto de provocar espasmos dolorosos por todo o corpo, estendendo a dor até o pescoço.</p>
<p><strong>4. Dormir em colchões moles ou duros afeta a coluna?</strong></p>
<p><strong>VERDADE.</strong> Colchões muito duros ou fofos prejudicam a coluna e postura. O ideal é ter um colchão adequado à sua altura e ao seu peso.</p>
<p><strong>5. Atividades físicas podem lesionar a coluna e provocar dor nas costas?</strong></p>
<p><strong>MITO.</strong> Se isso está ocorrendo, é porque o exercício está sendo realizado de forma equivocada. O auxílio de um profissional na área da reabilitação física pode ser fundamental para que a atividade seja realizada corretamente. Se o exercício for praticado com orientação profissional, pode até tratar a dor crônica e prevenir futuras dores nas costas.</p>
<p>E você, sente dor nessa região? Conte conosco para resolver o problema com o tratamento adequado!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Coluna fraca e dor nas costas: entenda uma das queixas mais comuns no home office</title>
		<link>https://medfis.com.br/coluna-fraca-e-dor-nas-costas-entenda-uma-das-queixas-mais-comuns-no-home-office/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 18:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Postagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma sequência de posts no stories do Instagram, Gracyanne Barbosa, conhecida por seu conteúdo fitness, comentou sobre a dor nas costas, algo que passou a sentir devido à falta de fortalecimento da região. Segundo ela, o que aconteceu foi um problema de coluna fraca. Se você se identificou com a situação dela, saiba que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma sequência de posts no stories do Instagram, Gracyanne Barbosa, conhecida por seu conteúdo fitness, comentou sobre a dor nas costas, algo que passou a sentir devido à falta de fortalecimento da região. Segundo ela, o que aconteceu foi um problema de coluna fraca.</p>
<p>Se você se identificou com a situação dela, saiba que não está só. A falta de fortalecimento dos músculos que sustentam o tronco e a coluna é um dos fatores responsáveis pela dor nas costas, problema que, conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% das pessoas irão apresentar ao menos uma vez na vida. Com a pandemia, tornou-se ainda mais comum, já que ficamos ainda mais tempo sem se movimentar. Para você entender, o que acontece é que, quando a musculatura da região do core e da região dorsal estão enfraquecidas, não conseguimos sustentar adequadamente o tronco.</p>
<p>Aí, ocorre um aumento da pressão na coluna, causando desconforto especialmente quando estamos sentados há muito tempo. Para evitar esse tipo de dor e ter uma qualidade de vida melhor, é essencial praticar atividades físicas regularmente, sem negligenciar a região dos músculos do abdômen, da lombar, do quadril, dos glúteos e dos membros inferiores. Isso vale tanto. Essa dica vale tanto para quem passa o dia todo no trabalho remoto ou para que realiza trabalhos que envolvem exercícios físicos.</p>
<p>Se você já sofre com dores nas costas, antes de iniciar qualquer treino, é essencial ser avaliado por um especialista, como o médico fisiatra. Ele irá detectar a origem do problema, sinalizando o tratamento adequado e quais os melhores exercícios, a fim de que o problema não se agrave. Para quem trabalha sentado, é essencial não ficar horas na mesma posição, buscar uma cadeira confortável e se alongar, realizando pequenas pausas.</p>
<p>Conte com a equipe Medfis e a reabilitação física para vencer esse tipo de dor. Agende sua avaliação!</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Descubra quais as causas da fibromatose plantar e como a reabilitação física pode ajudar</title>
		<link>https://medfis.com.br/descubra-quais-as-causas-da-fibromatose-plantar-e-como-a-reabilitacao-fisica-pode-ajudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 18:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Postagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecida como doença de Ledderhose, a fibromatose plantar afeta a planta do pé e se caracteriza pelo espessamento da fáscia plantar, um tecido fibroso que fica sobre os tendões flexores dos dedos. O crescimento dos nódulos é lento e começa a provocar a contratação de toda a região. O problema é mais frequente em adultos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecida como doença de Ledderhose, a fibromatose plantar afeta a planta do pé e se caracteriza pelo espessamento da fáscia plantar, um tecido fibroso que fica sobre os tendões flexores dos dedos. O crescimento dos nódulos é lento e começa a provocar a contratação de toda a região.</p>
<p>O problema é mais frequente em adultos e costuma ser indolor; porém, pode causar dores no arco ou no calcanhar do pé quando há contato do sapato com o chão, o que traz dificuldades para caminhar. Não existe causa exata que explique esse fenômeno, mas costuma haver relação com o uso de salto alto, vício postural ou trauma podal. Questões genéticas também podem estar relacionadas. A doença progride lentamente, na maioria dos casos sendo limitada.</p>
<p>Quando há diagnóstico de fibromatose plantar, é importante ficar atento para a provável coexistência de outras fibromatoses superficiais, como a doença de Dupuytren (mão). O diagnóstico costuma ser clínico, associado com exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética, que averiguam o espessamento da fáscia plantar e dos nódulos fusiformes.</p>
<p>Se realizado precocemente, o tratamento costuma incluir a reabilitação física. Casos mais avançados e dolorosos exigem intervenção cirúrgica, com a realização de fasciectomia com excisão dos nódulos. Modificar os exercícios físicos, os esportes praticados e começar a fisiatria são recomendados no tratamento da fibromatose plantar, evitando-se alguns tipos de calçados para que não entrem em atrito com o nódulo. Procure um fisiatra e siga as orientações médicas. Conte conosco para uma avaliação e tratamento personalizados.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reabilitação física é fundamental para tratar dor neuropática</title>
		<link>https://medfis.com.br/reabilitacao-fisica-e-fundamental-para-tratar-dor-neuropatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 18:33:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Postagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O surgimento de dor costuma estar relacionado a uma lesão ou machucado em alguma parte do corpo. Porém, a dor neuropática, em especial, origina-se na ausência desses sinais: é uma lesão localizada nos nervos ou nas demais estruturas como a medula espinhal ou outras áreas do cérebro, transmitindo a sensação dolorosa a um órgão machucado. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O surgimento de dor costuma estar relacionado a uma lesão ou machucado em alguma parte do corpo. Porém, a dor neuropática, em especial, origina-se na ausência desses sinais: é uma lesão localizada nos nervos ou nas demais estruturas como a medula espinhal ou outras áreas do cérebro, transmitindo a sensação dolorosa a um órgão machucado.</p>
<p>Por isso, sentimos uma dor que pode afetar uma ou mais partes do corpo, sem que se consiga localizá-la. A dor neuropática se caracteriza por sintomas de queimação, ardência, cansaço, câimbras, dificuldade de conciliar o sono, depressão e irritabilidade. Além disso, há o aparecimento repentino de choques, pontadas e fisgadas de difícil localização. A presença desse problema também pode ser constatada no simples contato da pele com tecidos (como lençóis e meias) ou mesmo um leve toque que já causa dor.</p>
<p>Há casos, também, em que até mesmo a brisa do vento em contato com a pele causa desconforto, fenômeno chamado de alodínia. As regiões mais afetadas pela dor neuropática são as mãos e os pés, em decorrência de outras patologias, como diabetes, câncer e infecções por HIV. O abuso de álcool e medicamentos é um fator que desencadeia dor nas extremidades. As regiões dos braços, pernas, tórax e abdômen são alvos desse tipo de dor, devido a infecções como herpes zoster, hanseníase (lepra) e hérnias de disco.</p>
<p>A dor neuropática é crônica e está presente em até 10% da população. Um dos seus principais riscos é tornar o paciente incapacitante por causa das sensações de dor frequente. É importante investigar o correto diagnóstico e iniciar o tratamento. A reabilitação física contribui para a recuperação da qualidade de vida, enxergando o indivíduo de forma integral e multidisciplinar. A linha terapêutica definida irá depender do tipo, da intensidade e do estágio da dor.</p>
<p>O objetivo do tratamento é curar a doença ou, quando isso não é possível, aliviar os sintomas. O controle da dor facilita a realização de atividades diárias, proporcionando um sono melhor, aumentando a capacidade para o trabalho e a autoestima de quem tem a doença. Com a reabilitação física, são incluídas ações de relaxamento e exercícios aeróbios, com métodos que permitam uma melhor mobilização das articulações, funcionando como agentes de controle da dor e regeneração nervosa. Assim, é possível contornar os sintomas e manter a funcionalidade das partes afetadas.</p>
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		<title>Condromalácia patelar pode ser tratada com reabilitação física e viscossuplementação</title>
		<link>https://medfis.com.br/condromalacia-patelar-pode-ser-tratada-com-reabilitacao-fisica-e-viscossuplementacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 18:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Postagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A condromalácia patelar ocorre quando há desgaste da cartilagem do osso da patela (ou rótula), que fica na frente do joelho. Esse desgaste pode acontecer por causa de vários fatores, como traumas na região, sedentarismo, excesso de peso, desalinhamento do joelho, idade e atividades físicas de alto impacto. Essa é uma das complicações mais frequentes, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A condromalácia patelar ocorre quando há desgaste da cartilagem do osso da patela (ou rótula), que fica na frente do joelho. Esse desgaste pode acontecer por causa de vários fatores, como traumas na região, sedentarismo, excesso de peso, desalinhamento do joelho, idade e atividades físicas de alto impacto. Essa é uma das complicações mais frequentes, afetando mais mulheres do que homens.</p>
<p>Existem 4 graus de classificação da doença:</p>
<ul>
<li>Grau I: há um amolecimento da camada mais externa da cartilagem da patela, podendo haver a presença de dor e inchaço;</li>
<li>Grau II: há lesões na cartilagem, pequenas e localizadas;</li>
<li>Grau III: as lesões são maiores que 1,3 cm de diâmetro;</li>
<li>Grau IV: neste ponto, a cartilagem já sofreu tamanho impacto que é possível ver o osso subcondral que a sustenta.</li>
</ul>
<p>Os principais sintomas estão relacionados com uma dor leve ao redor ou sob a rótula, que piora ao descer escadas e rampas, ficar muito tempo sentado ou durante e após a prática esportiva. Inchaço, ruídos como um estalo ao se movimentar e ardência podem acontecer em alguns casos. Porém, nem sempre há presença de dor, principalmente nas fases iniciais, por isso é essencial procurar um ortopedista quando houver o primeiro sinal de desconforto. O diagnóstico é feito clinicamente, a partir dos sintomas, histórico e queixas do paciente. Podem ser necessários exames de imagem, como raio X e ressonância magnética do joelho, a fim de garantir precisão ao quadro.</p>
<p>Em relação ao tratamento, é necessário interromper as atividades físicas quando há dor e inflamação. Gelo, analgésico e anti-inflamatórios podem ser aplicados neste período, aliviando os incômodos. Após o diagnóstico, a reabilitação física torna-se essencial para fortalecer o quadríceps (músculo na parte da frente da coxa) e melhorar a estabilidade do joelho. Esse processo é muito importante para proteger a cartilagem e impedir a progressão da doença. O uso de joelheira pode ser necessário, a fim de encaixar a rótula sobre o fêmur.</p>
<p>Se a dor continuar, mesmo com a rotina de reabilitação física, pode ser necessária a viscossuplementação, que consiste na aplicação de ácido hialurônico para lubrificar a área e fortalecer a camada natural desse ácido que reveste a cartilagem. Casos mais avançados podem necessitar de cirurgia.</p>
<p>Existem algumas recomendações gerais para quem tem esse problema:</p>
<ul>
<li>Não fique muito tempo com o joelho flexionado. No trabalho, caminhe um pouco pelo ambiente de hora em hora, alongando e estendendo a perna.</li>
<li>Lembre que exercícios de fortalecimento da região são fundamentais;</li>
<li>Mantenha o peso adequado. Qualquer sobrecarga pode prejudicar os joelhos.</li>
<li>Evite subir e descer escadas nas primeiras fases do tratamento.</li>
<li>Faça compressas de gelo, pois ajudam a aliviar a dor.</li>
</ul>
<p>Gostou das dicas? Agende sua avaliação física conosco!</p>
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		<title>Reabilitação física é muito importante na recuperação de pacientes após covid-19</title>
		<link>https://medfis.com.br/reabilitacao-fisica-e-muito-importante-na-recuperacao-de-pacientes-apos-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 18:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Postagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes que estão se recuperando de sintomas como dispneia (sensação de falta de ar) e cansaço excessivo após vencerem a covid-19 podem encontrar na reabilitação física uma importante aliada. Com ela, é possível recuperar a qualidade de vida e o bem-estar, respeitando sempre as limitações de cada paciente. São trabalhadas basicamente duas áreas: a reabilitação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pacientes que estão se recuperando de sintomas como dispneia (sensação de falta de ar) e cansaço excessivo após vencerem a covid-19 podem encontrar na reabilitação física uma importante aliada. Com ela, é possível recuperar a qualidade de vida e o bem-estar, respeitando sempre as limitações de cada paciente.</p>
<p>São trabalhadas basicamente duas áreas: a reabilitação cardiopulmonar, com exercícios aeróbicos como esteira ou bicicleta, e a etapa do fortalecimento muscular, realizado por meio do auxílio de pesos e halteres. Quando o paciente chega na reabilitação, é preciso avaliar a pressão arterial, a oxigenação e frequência cardíaca, indicadores que serão acompanhados até o encerramento de cada sessão. Dependendo do grau de comprometimento pulmonar, o paciente pode apresentar dispneia e fadiga. O tempo de recuperação irá depender de cada caso, mas a média é de quatro semanas de tratamento. Será feita uma avaliação global do indivíduo, com instrumentos que avaliam sua capacidade funcional (muscular e respiratória), qualidade de vida, grau de fadiga, condições nutricionais, cognitivas e psíquicas.</p>
<p>A reabilitação física é indicada a pacientes que evoluíram com limitações após a covid-19, como fraqueza muscular e respiratória, fadiga, alterações de sensibilidade, lentificação do raciocínio, estresse pós-traumático entre outras. Perda da performance para as atividades físicas é outra queixa comum. O retorno deverá ser feito mediante acompanhamento médico. Entre em contato conosco para uma avaliação completa e personalizada!</p>
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		<title>Sofre de fibromialgia? Recupere sua qualidade de vida com a reabilitação física!</title>
		<link>https://medfis.com.br/sofre-de-fibromialgia-recupere-sua-qualidade-de-vida-com-a-reabilitacao-fisica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 18:27:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Postagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fibromialgia é uma doença reumatológica muito comum: 3% a 5% da população mundial manifesta esse problema, ainda pouco conhecido. Existe grande dificuldade em definir o diagnóstico, pois não há como fazer exames objetivos radiológicos e laboratoriais. O paciente deve procurar um reumatologista experiente na doença para ser diagnosticado corretamente. A boa notícia é que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A fibromialgia é uma doença reumatológica muito comum: 3% a 5% da população mundial manifesta esse problema, ainda pouco conhecido. Existe grande dificuldade em definir o diagnóstico, pois não há como fazer exames objetivos radiológicos e laboratoriais. O paciente deve procurar um reumatologista experiente na doença para ser diagnosticado corretamente.</p>
<p>A boa notícia é que existe tratamento, com excelentes resultados para reduzir os sintomas. Em geral, o paciente sente dores generalizadas no corpo, principalmente nas regiões das articulações, na coluna vertebral, nos músculos e nos tendões. Além disso, é comum o surgimento de dor de cabeça, maior sensibilidade ao frio, formigamento nos pés e nas mãos, tontura, fadiga, dificuldade para dormir e desânimo. O tratamento consiste, principalmente, na reabilitação física, que pode incluir técnicas de acupuntura e RPG. O uso de medicamentos e o acompanhamento psicológico também podem ser indicados.</p>
<p>O grande desafio é combater os sintomas e recuperar a qualidade de vida. Como mencionamos acima, as manifestações da doença são múltiplas, com riscos de afetar significativamente a autoestima e o dia a dia do paciente. Os bons resultados e a reversão do problema irão depender do tipo de reabilitação física aplicada, que deverá ser individualizada conforme as necessidades específicas de cada caso. Os exercícios físicos fortalecem a musculatura, ajudando a melhorar a aptidão cardiovascular. Aliados a técnicas de relaxamento, diminuem significativamente a tensão.</p>
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